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CATETO
CATETO

Caititu, caitatu, pecari, e cateto são alguns dos nomes populares que o identificam. Ele é um pouco menor que a queixada, chegando a 30 kg aproximadamente. Sua carne é magra, com coloração rosada e sabor levemente adocicado.Na natureza, os grupos de cateto são coesos e variam consideravelmente em número de indivíduos. Já foram relatados grupos de 5 a 50 animais, com uma média de 20 animais por grupo. Há uma hipótese de que a convivência em grupo é uma estratégia de defesa contra predadores como a onça pintada, e a fusão de um ou mais grupos é uma possível resposta à disponibilidade de alimento e ao aumento do risco de predação. Sendo uma espécie que se adaptou em diferentes habitats, ela ocorre desde áreas desertas e abertas no sul dos Estados Unidos, passando por florestas tropicais e semitropicais até o charco paraguaio. A dieta alimentar se assemelha à do queixada, variando de acordo com a disponibilidade de alimento do local ou da época. Essa plasticidade permite que o cateto seja criado em diferentes condições de clima e dieta, podendo ser uma alternativa para produção de proteína animal no semiárido nordestino, área de sua ocorrência natural. Nas criações, a disponibilidade de alimento faz com que grupos maiores possam ser formados, tornando a criação comercial possível. A presença de mata nativa, assim como nas criações de queixada, é muito importante. Mata nativa presente e fornecimento de alimentação natural são algumas das condições mínimas encontradas nos criadores associados à Cerrado Carnes. Os Tayassuideos A Queixada e o Cateto são chamados, por conveniência e até por certa semelhança, de "porcos-do-mato". Na verdade, são chamados assim erroneamente, pois são muito distantes, filogeneticamente, do porco do velho mundo, estando separados por 10 milhões de anos. São também conhecidos como pecaris, do tupi-guarani "animal que faz muitos caminhos na mata

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